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ER Soluções WebEstudos · Designing Data-Intensive Applications

11.2. Dataflow engines, joins e usos do batch (ETL e ML)

Spark e Flink substituem MapReduce com DAGs em memória; batch alimenta warehouses, modelos de ML e serviços.

Pipeline batch alimentando warehouse, treinamento de modelo de ML e banco chave-valor de serviço
Um job batch, três destinos derivados.

Resumo

Perguntas-chave

responda de cabeça, depois abra
Quando usar broadcast hash join?
Quando um dos lados é pequeno o suficiente para caber na memória de cada worker; evita ordenar e embaralhar o lado grande.
Como um batch serve dados a um sistema online?
Gerando arquivos de banco prontos (ex.: chave-valor só leitura) e trocando a versão em uso de forma atômica, sem escrever registro a registro no banco de produção.
Por que treinar modelos de ML é um caso de batch?
Lê grandes volumes históricos, calcula features e gera um artefato (o modelo), que é dado derivado e pode ser recriado.

Exercícios de fixação

0/5 respondidas
1.
Juntar 2 bilhões de eventos com uma tabela de 500 países. Qual join é mais eficiente?
2.
Qual a maior vantagem do Spark sobre o MapReduce clássico?
3.
Um sistema de recomendação recalcula, toda noite, embeddings de todos os produtos e grava num índice vetorial novo. Esse job é:
4.
Gravar o resultado de um batch registro a registro no banco de produção é desaconselhado porque:
5.
Um usuário tem 100 vezes mais eventos que os outros e trava um reducer. Como lidar com o skew?
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